Military Forces of de Argentina 🇦🇷
Panorama da força militar
| 🛩️ Força aérea | 238 aeronaves ativas |
| ⚓️ Forças navais | 43 navios na frota |
| 🪖 Tropas ativas | 72.100 efetivo |
| 👮♀️ Paramilitares | 31.250 efetivo |
Global Military Index
| 🪖 Efetivo (15%) | 70,2 | Ativos, reserva e paramilitares: 81475 efetivos |
| 🛡️ Potência de Fogo Terrestre (20%) | 52,6 | Main battle tanks: 231 |
| ⚓ Forças navais (20%) | 41,9 | Ponderado por tipo de navio: porta-aviões, submarinos, contratorpedeiros... |
| ✈️ Poder aéreo (25%) | 51,2 | Ponderado por tipo de aeronave: combate, bombardeiros, helicópteros... |
| ☢️ Dissuasão nuclear (10%) | 0,0 | Sem capacidade nuclear declarada |
| 💰 Orçamento de defesa (10%) | 55,7 | $4178M gastos militares anuais |
Metodologia: Índice composto em escala logarítmica usando dados do SIPRI, IISS e GMNET. Cada pilar é normalizado para 0-100, e então ponderado por importância estratégica.
Estatísticas de defesa e indicadores-chave
| População | 45,5 milhões (2023) |
| PIB | $646,1 biliões (2023) |
| PIB per capita | $14187 (2023) |
| Orçamento militar | $4,2 biliões (2024) |
| Participação do PIB em gastos militares | 0,6% (2024) |
| Participação nos gastos do governo | 1,9% (2024) |
| Gastos militares per capita | $92 (2024) |
| Pessoal militar | 103.000 (2020) |
Histórico do orçamento militar argentino
Tendências de população e efetivo militar
Tendências de PIB e taxa de inflação
Panorama estratégico em 2026
Posição estratégica
A Argentina mantém uma postura de defesa caracterizada pelo mandato constitucional de recuperar a soberania sobre as Ilhas Malvinas (Falkland), Geórgia do Sul e Sandwich do Sul por meios pacíficos. Esta reivindicação territorial continua sendo o principal motor do planejamento estratégico de longo prazo. Historicamente defensora da não intervenção e da cooperação regional, o país é membro fundador da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul (ZOPACAS).
Desde 1998, a Argentina detém o status de Aliado Importante Extra-OTAN (MNNA) dos Estados Unidos. Em abril de 2024, o governo solicitou formalmente para se tornar um "Parceiro Global" da OTAN, refletindo uma mudança em direção a uma integração mais estreita com as estruturas de segurança ocidentais. Este realinhamento resultou em um aumento da cooperação bilateral com os Estados Unidos e nações europeias, afastando-se de explorações anteriores de equipamentos de defesa de fornecedores não ocidentais. As relações de defesa regional centram-se na cooperação dentro da Força de Paz Cruz del Sur, conjunta e combinada com o Chile, e na coordenação de segurança marítima com o Brasil.
Forças militares
As Forças Armadas da República Argentina organizam-se em três ramos: o Exército, a Marinha e a Força Aérea, supervisionados pelo Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas. O efetivo total na ativa é de aproximadamente 75.000 a 80.000 militares, com uma força de reserva adicional e organizações paramilitares — a Gendarmeria Nacional e a Prefeitura Naval — que estão subordinadas ao Ministério da Segurança, mas possuem status militar.
Exército Argentino (Ejército Argentino) O Exército está organizado em três divisões e uma Força de Desdobramento Rápido. Sua principal capacidade blindada baseia-se na família de veículos Tanque Argentino Mediano (TAM). A partir de 2025, o Exército passará a receber tanques médios TAM 2C-A2 atualizados, que apresentam sistemas de controle de tiro e ópticas térmicas modernizados. A infantaria utiliza blindados de transporte de pessoal sobre lagartas M113 e veículos de combate de infantaria VCTP. Os esforços de modernização focam na aquisição de veículos blindados de combate sobre rodas 8x8 para aumentar a mobilidade.
Marinha da República Argentina (Armada de la República Argentina) A frota de superfície está centrada em destróieres da classe Almirante Brown (MEKO 360) e corvetas da classe Espora (MEKO 140). A Marinha também opera navios de patrulha oceânica da classe Bouchard (OPV 90) para vigilância marítima e proteção de recursos pesqueiros. Após a perda do ARA San Juan, a força de submarinos encontra-se atualmente inoperante. No entanto, no final de 2025, o governo avançou com uma Carta de Intenções para a aquisição de submarinos de ataque da classe Scorpène da França. A aviação naval integrou recentemente aeronaves P-3C Orion para patrulha marítima de longo alcance e guerra antissubmarino.
Força Aérea Argentina (Fuerza Aérea Argentina) A Força Aérea passa por uma transição para restaurar as capacidades de interceptação supersônica perdidas em 2015. Em 2024, a Argentina assinou um contrato para 24 caças F-16 Block 15/20 MLU da Dinamarca, com o primeiro lote de seis aeronaves chegando entre o final de 2025 e o início de 2026. A frota também inclui jatos A-4AR Fightinghawk e a aeronave de fabricação nacional IA-63 Pampa III, voltada para treinamento e ataque leve. Os requisitos de transporte são atendidos por uma frota de C-130 Hercules e diversos transportes táticos médios.
Indústria de defesa
A Argentina mantém uma base industrial de defesa liderada pelo Estado, focada na manutenção, modernização e produção de plataformas específicas.
- FAdeA (Fábrica Argentina de Aviones): Sediada em Córdoba, produz o jato de treinamento e ataque leve IA-63 Pampa III. Serve como o principal centro de manutenção para as frotas de transporte e caça da Força Aérea.
- INVAP: Empresa de alta tecnologia que desenvolve e produz radares móveis 3D de longo alcance (SITARE) e sistemas de vigilância para defesa aérea e controle de fronteiras.
- Tandanor e Estaleiro Río Santiago: Estas instalações navais realizam reparos, reformas e construção de embarcações de superfície. A Tandanor está atualmente envolvida na produção nacional de navios hidrográficos e na manutenção da frota de patrulha oceânica.
- Fabricaciones Militares: Produz armas leves, munições e explosivos, além de gerenciar a modernização de sistemas de artilharia e foguetes.
Tendências estratégicas
A principal tendência na defesa argentina é a implementação do Fundo Nacional de Defesa (FONDEF), estabelecido por lei para fornecer financiamento plurianual dedicado ao reequipamento e modernização das forças armadas. Os gastos com defesa historicamente flutuaram entre 0,5% e 0,8% do PIB, embora o planejamento plurianual atual vise aumentar esse percentual para sustentar grandes aquisições.
As prioridades de modernização para 2026 incluem a integração total da frota de F-16, a continuação da atualização da família de tanques TAM para o padrão 2C-A2 e a restauração da capacidade de submarinos. Existe um desafio persistente em equilibrar os altos custos de pessoal — que frequentemente consomem mais de 70% do orçamento — com as demandas técnicas de manutenção de plataformas antigas. O foco estratégico também está aumentando na iniciativa "Pampa Azul" para assegurar recursos marítimos e manter a presença na Antártida, o que exige a aquisição de navios com capacidade polar e aeronaves de transporte especializadas, como o Basler BT-67.
Indústria aeronáutica argentinos
| Modelo | Fabricante | Ano | Número |
|---|---|---|---|
| IA 58 Pucará | FMA | 1974 | 110 |
| IA-63 Pampa | FMA | 1984 | 32 |
Gastos militares: SIPRI Milex. Sugerir uma alteração