Military Forces of de Benim 🇧🇯
Panorama da força militar
| 🛩️ Força aérea | 5 aeronaves ativas |
| 🪖 Tropas ativas | 7.250 efetivo |
| 👮♀️ Paramilitares | 4.800 efetivo |
Global Military Index
| 🪖 Efetivo (15%) | 56,3 | Ativos, reserva e paramilitares: 8690 efetivos |
| 🛡️ Potência de Fogo Terrestre (20%) | 0,0 | Main battle tanks: 0 |
| ⚓ Forças navais (20%) | 0,0 | Ponderado por tipo de navio: porta-aviões, submarinos, contratorpedeiros... |
| ✈️ Poder aéreo (25%) | 21,9 | Ponderado por tipo de aeronave: combate, bombardeiros, helicópteros... |
| ☢️ Dissuasão nuclear (10%) | 0,0 | Sem capacidade nuclear declarada |
| 💰 Orçamento de defesa (10%) | 33,7 | $154M gastos militares anuais |
Metodologia: Índice composto em escala logarítmica usando dados do SIPRI, IISS e GMNET. Cada pilar é normalizado para 0-100, e então ponderado por importância estratégica.
Estatísticas de defesa e indicadores-chave
| População | 14,1 milhões (2023) |
| PIB | $19,7 biliões (2023) |
| PIB per capita | $1394 (2023) |
| Orçamento militar | $154,1 milhões (2024) |
| Participação do PIB em gastos militares | 0,7% (2024) |
| Participação nos gastos do governo | 3,8% (2024) |
| Gastos militares per capita | $11 (2024) |
| Taxa de inflação | 2,73% (2023) |
| Pessoal militar | 12.000 (2020) |
Histórico do orçamento militar beninense
Tendências de população e efetivo militar
Tendências de PIB e taxa de inflação
Panorama estratégico em 2026
Posição Estratégica
A República do Benim ocupa uma posição costeira na África Ocidental, fazendo fronteira com o Togo, o Burquina Faso, o Níger e a Nigéria. Geopoliticamente, o Estado transitou de uma nação litorânea estável para um ator na linha de frente contra a expansão para o sul de organizações islâmicas militantes provenientes do Sahel central. As principais preocupações de segurança concentram-se nos departamentos do norte, Alibori e Atacora, onde aumentaram as incursões de grupos ligados à al-Qaeda e ao Estado Islâmico.
O Benim é membro da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) e da União Africana. O país participa na Iniciativa de Acra, um quadro de segurança regional concebido para evitar o alastramento do terrorismo para os Estados costeiros da África Ocidental através da partilha de informações e de operações conjuntas. A cooperação militar bilateral é um pilar da estratégia de defesa beninesa; o governo mantém uma parceria técnica e logística profunda com a França e assinou um acordo de defesa bilateral abrangente com os Estados Unidos em janeiro de 2025 para reforçar a interoperabilidade e o apoio logístico. Adicionalmente, um pacto de segurança com o Ruanda fornece formação e assistência técnica para operações de contrainsurgência. As relações com o vizinho Níger têm sido tensas devido a disputas fronteiriças e mudanças políticas regionais, o que complica os esforços de segurança coordenados ao longo da fronteira partilhada.
Forças Militares
As Forças Armadas Beninesas (FAB) estão sob o comando do Chefe do Estado-Maior General e são supervisionadas pelo Ministério da Defesa Nacional. As FAB compreendem aproximadamente 10.000 a 15.000 efetivos no serviço ativo, distribuídos por quatro ramos: Exército, Marinha, Força Aérea e Guarda Nacional. Campanhas recentes de recrutamento em larga escala visaram duplicar o tamanho da força para responder às crescentes exigências de segurança no norte.
- Exército: O maior ramo, organizado em batalhões de infantaria, um esquadrão blindado e unidades de comandos especializadas. O Exército opera carros de combate leves PT-76 e veículos de reconhecimento BRDM-2. A mobilidade blindada é assegurada por veículos de exploração VBL e veículos blindados de transporte de pessoal (VBTP) Bastion, AML-90 e Casspir.
- Guarda Nacional: Estabelecida como um ramo militar distinto para servir como força de reação rápida, a Guarda Nacional tem a tarefa de assegurar a segurança interna, a contrainsurgência e a proteção de infraestruturas sensíveis. Desempenha um papel de liderança na Operação Mirador, a campanha doméstica em curso contra incursões militantes.
- Marinha: Focada na segurança marítima no Golfo do Benim, a Marinha combate a pirataria, a pesca ilegal e o contrabando. Opera uma frota de navios-patrulha, incluindo embarcações das classes FPB 98 e Patra.
- Força Aérea: Principalmente um braço de transporte e vigilância, a Força Aérea opera aeronaves de asa fixa DHC-6 Twin Otter e MA60. Os meios de asa rotativa incluem helicópteros H225M e AS350. As capacidades de vigilância foram aumentadas pela integração de veículos aéreos não tripulados (VANT) táticos para monitorização de fronteiras.
Tendências Estratégicas
A postura de defesa do Benim é atualmente definida pelo Plano Estratégico 2025–2029, que prioriza a modernização das FAB numa força mais móvel e tecnologicamente capaz. O orçamento de defesa registou um aumento de 18% para o exercício fiscal de 2025, totalizando aproximadamente 118 bilhões de francos CFA (209 milhões de dólares), refletindo a transição para uma postura de contrainsurgência sustentada.
As prioridades de modernização incluem a aquisição de veículos blindados adicionais, sistemas melhorados de recolha de informações e a expansão das capacidades de drones para a Operação Mirador. O foco estratégico também se deslocou para a proteção de infraestruturas críticas, como o oleoduto Agadem-Sèmè. A estabilidade interna continua a ser uma prioridade após uma tentativa de golpe frustrada no final de 2025, que sublinhou o papel dos militares na defesa constitucional e a sua contínua dependência de parceiros regionais e internacionais para apoio logístico e de vigilância durante crises. O desafio contínuo para as FAB continua a ser o equilíbrio entre os requisitos de elevados recursos da contrainsurgência no norte e a necessidade de segurança marítima e estabilidade institucional interna.
Gastos militares: SIPRI Milex. Sugerir uma alteração