Military Forces of de Brasil 🇧🇷

Panorama da força militar

🛩️ Força aérea 528 aeronaves ativas
⚓️ Forças navais 68 navios na frota
– incl. 4 submarinos
🪖 Tropas ativas 366.500 efetivo
⛑️ Tropas da reserva 1.340.000 efetivo
👮‍♀️ Paramilitares 395.000 efetivo
🗺️ Bases aéreas 19 bases aéreas ativas
🎖️ Postos militares 78 postos listados

Global Military Index

55,0
Classificação mundial: #27
O Índice Militar Global mede a capacidade militar geral de Brasil numa escala de 0 a 100, com base em dados verificáveis em seis dimensões.
🪖 Efetivo (15%) 86,6 Ativos, reserva e paramilitares: 1155000 efetivos
🛡️ Potência de Fogo Terrestre (20%) 54,9 Main battle tanks: 294
⚓ Forças navais (20%) 49,3 Ponderado por tipo de navio: porta-aviões, submarinos, contratorpedeiros...
✈️ Poder aéreo (25%) 58,1 Ponderado por tipo de aeronave: combate, bombardeiros, helicópteros...
☢️ Dissuasão nuclear (10%) 0,0 Sem capacidade nuclear declarada
💰 Orçamento de defesa (10%) 66,5 $20948M gastos militares anuais

Metodologia: Índice composto em escala logarítmica usando dados do SIPRI, IISS e GMNET. Cada pilar é normalizado para 0-100, e então ponderado por importância estratégica.

Geografia

Mapa de Brasil
Capital Brasilia
Área terrestre 8.460.415 km²
Extensão do litoral 7.491 km

Bandeira nacional

Estatísticas de defesa e indicadores-chave

População 211,1 milhões (2023)
PIB $2,2 triliões (2023)
PIB per capita $10295 (2023)
Orçamento militar $20,9 biliões (2024)
Participação do PIB em gastos militares 1,0% (2024)
Participação nos gastos do governo 2,1% (2024)
Gastos militares per capita $99 (2024)
Taxa de inflação 4,37% (2024)
Pessoal militar 762.000 (2020)

Histórico do orçamento militar brasileiro

Tendências de população e efetivo militar

Tendências de PIB e taxa de inflação

Panorama estratégico em 2026

O Brasil mantém as maiores e mais poderosas forças armadas da América Latina, posicionando-o como uma potência regional chave. Seu foco principal é a defesa do território nacional, a segurança das fronteiras em seu vasto e desafiador território, e a proteção de sua extensa costa e recursos em alto-mar. Ao contrário das potências globais, a doutrina militar brasileira não é voltada para a guerra expedicionária, mas sim para garantir a estabilidade regional e a segurança interna. As forças armadas também têm participado de missões internacionais de paz, notadamente no Haiti.

Estrutura e Capacidades Militares

As Forças Armadas Brasileiras são compostas pelo Exército, Marinha e Força Aérea, com um efetivo combinado de aproximadamente 365 mil militares da ativa e uma força de reserva substancial de mais de 1,3 milhão. O serviço militar é obrigatório para homens. O Exército é o maior ramo, historicamente influente nos assuntos nacionais e empregado em todo o país para combater atividades ilícitas como mineração ilegal e contrabando, particularmente na Amazônia.

A Marinha é única na América Latina por operar um porta-helicópteros, o que lhe confere uma vantagem marítima significativa para patrulhar suas vastas águas territoriais da "Amazônia Azul" e suas ricas reservas de petróleo em alto-mar. Uma iniciativa estratégica chave é o programa PROSUB, que inclui o desenvolvimento de um submarino de propulsão nuclear, visando fortalecer a dissuasão naval e a soberania tecnológica. A Força Aérea está passando por um processo de modernização, destacada pela aquisição de caças Gripen suecos, o que aprimora suas capacidades de combate aéreo e envolve uma crucial transferência de tecnologia para a indústria de defesa nacional do Brasil.

Tendências e Desafios Estratégicos

A postura estratégica do Brasil enfatiza a força militar como uma ferramenta diplomática para promover a cooperação regional. O país realiza exercícios conjuntos regulares com países vizinhos como Argentina e Chile para reforçar alianças. Internacionalmente, o Brasil busca parcerias que apoiem seus objetivos de modernização, colaborando com nações como Suécia, Israel (para drones e guerra cibernética) e Estados Unidos.

No entanto, desafios significativos persistem. O orçamento de defesa, embora substancial, é fortemente direcionado para custos de pessoal, com quase 70% alocados para salários e pensões. Isso deixa fundos limitados para pesquisa, desenvolvimento e aquisição, dificultando o ritmo da modernização e resultando em equipamentos envelhecidos em alguns setores, como veículos blindados. Embora seja uma potência regional, as forças armadas do Brasil ficam aquém nas métricas de projeção de poder global, com um número comparativamente pequeno de tanques e a ausência de porta-aviões e destróieres.

Indústria aeronáutica brasileiros

Modelo Fabricante Ano Número
AMX Alenia/Aermacchi/Embraer 1984 200
C-390 Millennium Embraer 2025 11
EMB 110 Embraer 1968 503
EMB 120 Brasilia Embraer 1979 357
EMB 312 Tucano Embraer 1980 624
ERJ 135 Embraer 1998 1231
Phenom 100 Embraer 2007 401

Construção naval brasileiros

Classe Tipo
Barroso Corveta
Foch/Sao Paulo Porta-aviões CATOBAR
Inhaúma Corveta
Niterói Fragata de mísseis
Tamandaré Fragata de uso geral

Veículos militares brasileiros

Modelo Tipo
MB-3 Tamoyo Carro de Combate Principal Leve
EE-9 Cascavel Veículo de Reconhecimento 6x6
M-41 Caixas Carro de Combate Principal Leve
Osorio T-1 Carro de Combate Principal Médio
Osorio T-2 Carro de Combate Principal Médio

Desenvolvimento de armas de fogo brasileiras

Modelo Categoria
Imbel MD-2 Fuzil de assalto
LAPA FA-03 Fuzil de assalto bullpup
Mekanika Uirapuru Metralhadora leve
População, PIB, inflação e efetivo: Banco Mundial.
Gastos militares: SIPRI Milex. Sugerir uma alteração