Military Forces of de Ex-Iugoslávia 🇳🇱
Tendências de população e efetivo militar
Tendências de PIB e taxa de inflação
Panorama estratégico em 2026
A postura de defesa das ex-repúblicas iugoslavas — Eslovênia, Croácia, Bósnia e Herzegovina, Sérvia, Montenegro, Macedônia do Norte e Kosovo — é definida por uma divisão entre a integração euro-atlântica e a neutralidade militar. Em 2026, a região caracteriza-se por um processo de modernização em múltiplas velocidades e variados graus de alinhamento com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).
Posição Estratégica
O cenário geopolítico centra-se em duas orientações principais. Eslovênia, Croácia, Montenegro e Macedônia do Norte são membros da OTAN, aderindo a doutrinas de defesa coletiva e padronizando as suas forças com equipamento ocidental. A Sérvia mantém uma política de neutralidade militar, equilibrando as relações entre a União Europeia, a Rússia e a China. Esta neutralidade é sustentada por uma estratégia de aquisição doméstica que integra sistemas ocidentais, chineses e de desenvolvimento local.
As principais preocupações de segurança incluem as tensões étnicas no norte do Kosovo e a estabilidade política da Bósnia e Herzegovina. A Força de Segurança do Kosovo (FSK) encontra-se atualmente na terceira fase de uma transição de dez anos para se tornar um exército regular, processo previsto para ser concluído em 2028. Esta transição é uma fonte de fricção com Belgrado, que encara a militarização do Kosovo como uma violação de acordos internacionais. Na Bósnia e Herzegovina, a Operação Althea da Força da União Europeia (EUFOR) mantém uma presença de manutenção da paz, com o seu mandato estendido até ao final de 2026.
Forças Militares
As Forças Armadas da Sérvia e as Forças Armadas da Croácia são as principais potências regionais. A Sérvia mantém o maior efetivo de pessoal, com forças ativas apoiadas por um sistema de reserva. O exército opera carros de combate M-84 e T-72, juntamente com veículos blindados Lazar e Milos de produção local. A força aérea utiliza caças MiG-29 e helicópteros de ataque Mi-35, enquanto transita para plataformas ocidentais após um acordo de 2025 para a aquisição de caças multifunção Rafale. A defesa aérea é assegurada por sistemas FK-3 de fabrico chinês e Pantsir-S1 de fabrico russo.
As Forças Armadas da Croácia focam-se na interoperabilidade com a OTAN. A força aérea opera caças Rafale, enquanto o exército mobiliza veículos de combate de infantaria M2 Bradley e veículos blindados de transporte de pessoal Patria AMV. No final de 2025, a Croácia aprovou um pacote de aquisição em larga escala que inclui carros de combate Leopard 2A8 e obuseiros autopropulsados CAESAR MK2.
Eslovênia, Montenegro e Macedônia do Norte mantêm forças menores e profissionalizadas, orientadas para capacidades especializadas e missões da OTAN. A Eslovênia opera veículos blindados Boxer 8x8, com entregas programadas para continuar ao longo de 2026. Montenegro e a Macedônia do Norte focam-se em infantaria ligeira e guerra de montanha, com Montenegro a aumentar significativamente o seu orçamento de defesa para cumprir os requisitos da OTAN.
Indústria de Defesa
A Sérvia mantém a indústria de defesa nacional mais robusta, liderada pela integradora estatal Yugoimport-SDPR. Os principais produtos incluem o obuseiro autopropulsado Nora B-52, as famílias de veículos blindados Lazar e Milos, e vários veículos aéreos não tripulados (VANT), como o Pegasus. A produção de munições em fábricas como Krusik e Prvi Partizan continua a ser um importante motor de exportação, com remessas significativas a chegar aos mercados internacionais em 2025.
O setor de defesa da Croácia concentra-se em armamento leve e manutenção de veículos. A HS Produkt é um fornecedor global de pistolas e do fuzil de assalto bullpup VHS-2. A Đuro Đaković Specijalna Vozila serve como um centro regional para a manutenção e modernização de veículos blindados, incluindo as plataformas Bradley e Patria. A Bósnia e Herzegovina assistiu a um renascimento na sua produção de defesa, com a fábrica BNT Novi Travnik a reportar receitas recordes em 2025 pelos seus sistemas de artilharia e munições.
Tendências Estratégicas
Os programas de modernização estão a afastar os inventários regionais do equipamento da era iugoslava em direção a sistemas ocidentais e sistemas domésticos avançados. Os gastos com defesa apresentam uma tendência crescente em toda a região. Em 2025, a Croácia e Montenegro atingiram a meta da OTAN de 2% do PIB, com Montenegro a propor um aumento para 3% para o ano fiscal de 2026.
A proliferação de sistemas não tripulados é uma prioridade de aquisição fundamental. A Sérvia integrou drones suicidas e VANT táticos na sua estrutura de forças, enquanto a Croácia e o Kosovo adquiriram drones Bayraktar TB2. As forças militares regionais também estão a priorizar capacidades de fogos de profundidade e defesa aérea integrada para combater ameaças em evolução. As restrições financeiras e a emigração de pessoal técnico continuam a ser desafios persistentes, particularmente para as forças armadas de menor dimensão na Bósnia e na Macedônia do Norte.
Indústria aeronáutica iugoslavos
| Modelo | Fabricante | Ano | Número |
|---|---|---|---|
| G-2 Galeb | SOKO | 1961 | 248 |
| IAR-93 / J-22 Orao | CNIAR/Soko | 1974 | 88 |
| J-20 Kraguj | SOKO | 1962 | 43 |
Construção naval iugoslavos
Veículos militares iugoslavos
Desenvolvimento de armas de fogo iugoslavas
| Modelo | Categoria |
|---|---|
| M93 Black Arrow | Fuzil antimaterial |
| Zastava M84 | Metralhadora leve |
| Zastava M76 | Rifle de precisão |
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