Míssil Albatros
Resumo
| Categoria | Mísseis Superfície-ar |
| Subtipo | Míssil terra-ar guiado por radar |
| País de origem | 🇮🇹 Itália |
| Fabricante | Selenia |
| Status | In service |
| Ano de serviço | 1977 |
Especificações técnicas
| Ogiva | High Explosive |
| Diâmetro | 203 mm (8,0 in) |
| Envergadura | 800 mm (31,5 in) |
| Comprimento | 3.700 mm (145,7 in) |
| Altitude de voo | 15.000 m (49.213 ft) |
| Peso | 204 kg (450 lb) |
| Alcance | 15 km (9 mi) |
| Velocidade máx. | 4.520 km/h (Mach 4,5) |
Descrição
O sistema de mísseis superfície-ar naval Albatros foi desenvolvido na década de 1970. Ele foi projetado para utilizar o míssil Aspide, que surgiu como um substituto para os mísseis AIM-7 Sparrow produzidos sob licença e então em serviço.
O sistema emprega guiagem por radar semi-ativo. Seu sistema de guiagem utiliza um buscador monopulso inverso, que proporciona maior precisão e resistência a contramedidas eletrônicas em comparação com buscadores de onda contínua. O míssil possui um motor de foguete a propelente sólido e sistema hidráulico de malha fechada para melhorar a manobrabilidade em voo. Para uso naval, o míssil é equipado com asas delta truncadas para reduzir o volume necessário dos casulos de lançamento. A versão Albatros Mk. 2 pode ser atualizada para disparar a variante Aspide 2000, que incorpora um motor mais potente. Os lançadores navais são projetados para serem compatíveis com os mísseis Sea Sparrow por meio da modificação de uma única placa de circuito.
O sistema Albatros é amplamente empregado em diversas plataformas navais, incluindo fragatas, corvetas e porta-aviões. Na América do Sul, é operado pela Argentina em fragatas da classe Almirante Brown, pelo Brasil no porta-aviões São Paulo e em fragatas da classe Niterói, pelo Peru em fragatas da classe Carvajal e pela Venezuela em fragatas da classe Lupo. Os operadores do Mediterrâneo e do Oriente Médio incluem a Grécia, em fragatas da classe Elli; a Turquia, em fragatas das classes Yavuz e Barbaros; e o Egito, em corvetas da classe Abu Qir. Outros operadores navais incluem Equador, Líbia, Malásia, Marrocos, Nigéria e Tailândia. A Itália implantou o sistema em inúmeras instalações navais. A China inicialmente importou o míssil para produção sob licença e, posteriormente, utilizou a tecnologia para desenvolver famílias de mísseis nacionais. O sistema foi fornecido à Ucrânia para uso na Guerra Russo-Ucraniana.