Classe Barroso
Resumo
| País de origem | 🇧🇷 Brasil |
| Categoria | Corveta |
| Subtipo | Corveta |
| Fabricante | Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro |
| Ano de comissionamento | 2008 |
| Unidades | Barroso |
Operators
Especificações técnicas
| Deslocamento | 2390 toneladas |
| Alcance | 4000 km a 15 nós |
| Tripulação | 154 membros |
| Largura | 11,4 m (37,4 ft) |
| Comprimento | 103,4 m (339,2 ft) |
| Hangar |
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| Propulsão | 1 × General Electric LM2500 gas turbine (27,490 shp) and 2 × MTU 1163 TB93 diesel engines driving two shafts with controllable pitch propellers in CODOG configuration |
| Armamento |
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| Velocidade máxima | 27 nós |
Descrição
A Barroso (V34) é uma corveta da Marinha do Brasil e o navio-líder de sua subclasse. Batizada em homenagem ao Almirante Francisco Manoel Barroso da Silva, a embarcação foi encomendada em 1993 e construída pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro. O batimento de quilha ocorreu em 21 de dezembro de 1994, e o navio foi lançado ao mar em 20 de dezembro de 2002. A unidade entrou em serviço ativo em 19 de agosto de 2008.
O projeto utiliza uma configuração de propulsão CODOG (Combined Diesel or Gas), empregando uma turbina a gás e motores diesel para acionar dois eixos equipados com hélices de passo controlável. Sua suíte de eletrônicos e sensores inclui radares de busca de superfície e navegação, um radar de direção de tiro, uma alça optrônica e sonar para detecção submarina. Os sistemas de defesa consistem em Medidas de Apoio à Guerra Eletrônica (MAGE), Contramedidas Eletrônicas (CME) e lançadores de despistadores (decoys). A embarcação possui convoo e instalações de aviação para apoiar a operação de um Westland Super Lynx Mk.21B.
Em setembro de 2015, durante o trânsito para Beirute para substituir a fragata União como nau-capitânia da Força-Tarefa Marítima da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL), a Barroso foi desviada pelo Centro de Coordenação de Salvamento Marítimo italiano para prestar assistência a uma embarcação em perigo de naufrágio. O navio resgatou, subsequentemente, 220 migrantes no Mar Mediterrâneo. Em novembro de 2018, a corveta serviu como plataforma de testes para o primeiro lançamento do protótipo do míssil antinavio MANSUP.
O interesse internacional no projeto resultou em um anúncio, em 2010, sobre uma potencial venda para a Guiné Equatorial, embora nenhum progresso adicional tenha sido relatado até 2014. A classe de corvetas Tamandaré foi posteriormente desenvolvida como um projeto evoluído baseado na plataforma da Barroso.