Classe Farragut (DDG-37)
Resumo
| País de origem | 🇺🇸 Estados Unidos |
| Categoria | Destróier |
| Subtipo | Contratorpedeiro de mísseis |
| Fabricante | Bethlehem Steel Quincy |
| Ano de comissionamento | 1959 |
| Unidades | Farragut, Luce, Macdonough, Coontz, King, Mahan, Dahlgren, William V. Pratt, Dewey, Preble |
Operators
Especificações técnicas
| Deslocamento | 5739 toneladas |
| Alcance | 5000 km a 20 nós |
| Tripulação | 360 membros |
| Largura | 16,0 m (52,5 ft) |
| Comprimento | 156,2 m (512,5 ft) |
| Propulsão | 2 shafts, 2 geared steam turbines, 4 water-tube boilers (85,000 shp) |
| Armamento |
|
| Velocidade máxima | 32 nós |
Descrição
A classe Farragut consistia em dez contratorpedeiros de mísseis guiados construídos para a Marinha dos Estados Unidos entre 1957 e 1961. Estas embarcações sucederam a classe Forrest Sherman e foram as primeiras escoltas de porta-aviões projetadas e construídas especificamente para transportar mísseis guiados. Embora os três primeiros navios tenham sido inicialmente planejados como unidades armadas apenas com canhões, eles foram convertidos durante o processo de projeto. A classe também é referida como classe Coontz, pois o USS Coontz foi a primeira embarcação projetada desde o início como um navio de mísseis guiados sob o projeto SCB 142. Originalmente designados como Líderes de Contratorpedeiro (DLG), os navios foram redesignados como contratorpedeiros de mísseis guiados (DDG) após a reorganização da frota de 1975.
O sistema de propulsão contava com turbinas a vapor com engrenagens redutoras e caldeiras aquatubulares acionando dois eixos. Para guerra antiaérea, a classe era equipada com um lançador duplo Mark 10 para mísseis Terrier, que foram posteriormente substituídos por mísseis Standard. O armamento de superfície incluía um canhão de duplo emprego na proa e, após modernizações posteriores, lançadores de mísseis antinavio Harpoon, que substituíram os canhões originais de 3 polegadas. As capacidades antissubmarino eram providas por um lançador ASROC e tubos de torpedo Mark 32. Devido a preocupações com a estabilidade em relação ao peso do projeto, apenas o navio-líder, USS Farragut, foi equipado com um paiol de ASROC. O conjunto de sensores integrava radares de busca de superfície e aérea, incluindo capacidades de busca aérea 3D, além de sonar e sistemas de guerra eletrônica.
As embarcações entraram em serviço entre 1959 e 1961. Durante a reclassificação de 1975, a classe Farragut foi única como o único grupo de navios a passar tanto por uma mudança de designação quanto por uma renumeração de casco. O USS Farragut mudou de DLG-6 para DDG-37, com todos os navios subsequentes da classe renumerados em sequência. Atualizações operacionais incluíram melhorias nos radares de controle de tiro e de busca para acomodar mísseis SM-2ER. A classe permaneceu em serviço ativo até o final do século XX, com todas as unidades sendo retiradas de serviço entre 1989 e 1993. Todos os dez navios foram posteriormente removidos do registro naval e vendidos como sucata.